sábado, 11 de abril de 2020

So(m)bras



Entre o real e o falto
há um abismo vazio, cheio de eco...
Em escalada chego ao cume,
me perco no homizio,
Engano as sombras, salto
Sem teto ou terra à vista
No fundo na nítida escuridão
procuro o eco do silêncio,
restam apenas sobras
do que já não é

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